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terça-feira, agosto 21, 2007

Vídeo Games Live

A turnê do Vídeo Games Live, evento que une trilha sonora de games a música "eletrosinfônica", chega ao Brasil no mês de setembro, nos dias 16, 23 e 30, em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, respectivamente.

O espetáculo, com orquestra e coral, apresenta as trilhas de games clássicos, como Zelda, Mario Bros, Halo, Sonic, Final Fantasy e One Winged Angel, com projeções e lasers. Uma das novidades de 2007 é a música do game Tron, que será incorporada à apresentação.

O especialista em game music e maestro Jack Wall é o responsável pela regência do concerto, junto ao também compositor Tommy Tallarico. A dupla criou um repertório exclusivo para a turnê brasileira, com os jogos mais populares no país.

Uma das atrações do evento é o chinês Martin Leung, conhecido como Video Game Pianist. O artista ficou famoso com um vídeo no site Ebaum's World, que foi assistido por mais de 40 milhões de pessoas pelo mundo - Leung tocava o tema de Mario Bros, de olhos fechados e com velocidade impressionante.

Durante o evento, será lançado o primeiro DVD &CD do evento, gravado no Rio de Janeiro em 2006.

fotos do ultimo evento:
http://idgnow.uol.com.br/galerias/video_games_live/

site oficial:
http://www.videogameslive.com.br/

segunda-feira, agosto 06, 2007

Imagem subliminar high-tech


A empresa kameraflage resolveu aproveitar a grande utilização das câmeras digitais, cada vez mais presentes do dia-a-dia das pessoas -- principalmente com a sua inclusão em telefones celulares -- para apostar em mensagens que só podem ser vistas através do aparelho.

Isto é possível porque as câmeras digitais vêem um espectro da luz mais amplo que os olhos humanos. Ao colocar conteúdo em uma blusa, por exemplo, em uma segunda camada nessas cores invisíveis para o olho, a câmera digital consegue registrar a imagem.

Um exemplo de aplicação está no vestuário -– mensagens e desenhos escondidos podem ser aplicados nas roupas, aparecendo apenas quando vistos através de uma câmera digital. Segundo o site da empresa, a aplicação dessa camada invisível pode ser muito utilizada por pessoas que usam uniformes para trabalhar e estudar, por exemplo, mas querem impor alguma característica pessoal à roupa. Qualquer câmera digital, sem necessidade de software ou adaptação, pode registrar as imagens escondidas.

Aplicando a técnica em filmes, por exemplo, seria possível mostrar legendas apenas para as pessoas que desejassem. Bastaria que essas utilizassem o visor da câmera para ver as imagens –- algo um pouco incômodo, mas que permite que diversas pessoas vejam juntas um filme de maneira diferente. Sem a câmera, nenhuma legenda apareceria e o filme continuaria igual.


A propaganda também pode se beneficiar. Alguns locais, como museus e localizações históricas, não podem ter anúncios nem marcas. Com a kameraflage, esses dados ficariam invisíveis e não alterariam a paisagem, aparecendo apenas na câmera digital para atingir o público –- esta possibilidade pode ser um pouco controversa, por “poluir” as fotos, e ainda precisa ser estudada e desenvolvida.

A aplicação mais viável parece ser mesmo no vestuário, algo mais pessoal. O primeiro protótipo foi apresentado por uma modelo na Semana de Moda de Paris, em 2006, e a empresa planeja divulgar outros desenhos em breve.

quinta-feira, junho 21, 2007

A vida imita a arte?

Na opinião do Departamento de Segurança Nacional (DHS) dos Estados Unidos, sim. O órgão convidou um grupo de escritores de ficção científica para auxiliar o governo na guerra contra o terror. Como? Fazendo com que o grupo tente prever todo tipo de “idéia maluca” que os terroristas possam ter, assim como tentar adivinhar qual será a reação das pessoas nestas situações.

Para entrar no grupo, chamado de Sigma, o candidato, além de escrever livros de ficção, precisa ter um doutorado em alguma área técnica. Entre seus membros estão Jerry Pournelle, Arlan Andrews, Greg Bear, Larry Niven e Sage Walker. Para eles, diz o jornal USA Today, não existe uma “situação impensável”.

O especialista em segurança Bruce Schneier já há algum tempo ridiculariza as tentativas do governo norte-americano de tentar adivinhar o que vai ocorrer, principalmente quando prevê coisas absurdas e que seriam melhor aplicadas por um estúdio de Hollywood do que terroristas. Schneier inclusive promoveu um concurso que escolheu a ameaça terrorista que mais se parecia com um roteiro de filme. Centenas de pessoas participaram, e o prêmio foi uma cópia autografada de seu livro Beyond Fear (”Além do Medo”).

É simplesmente impossível prever todo tipo de ataque. E quem ataca pode facilmente observar as fraquezas de seu alvo e aplicar um golpe que não foi previsto. Considerando-se a fértil imaginação destes escritores, é provável que as coisas mais simples sejam esquecidas, e ataques complexos e difíceis de serem executados ganhem uma atenção que não merecem.

Uma idéia melhor, como diz Schneier, é investir em inteligência e investigação, descobrir quem são os terroristas e como eles conseguem dinheiro, além de preparar melhor as equipes de resgate e emergência para diminuir o impacto de qualquer que seja o próximo ataque.

fonte: http://linhadefensiva.uol.com.br/blog/2007/06/a-vida-imita-arte/

quinta-feira, março 29, 2007

Por que a maioria dos cientistas não acredita em astrologia?

A raça humana sempre quis controlar o futuro ou, pelo menos, prever o que acontecerá. Por isso a astrologia é tão popular. A astrologia alega que os eventos na Terra estão relacionados aos movimentos dos planetas no céu. Esta é um hipótese cientificamente experimentável, ou seria, se os astrólogos se arriscassem e fizessem previsões precisas que que pudessem ser testadas. Mas, como são espertos, suas previsões são tão vagas que acabam se aplicando a qualquer situação. É impossível provar que afirmações como "As relações pessoais podem se tornar intensas" ou "Você terá uma oportunidade financeiramente recompensadora" estão erradas.

Mas o verdadeiro motivo por que a maioria dos cientistas não acredita em astrologia não é a existência de provas científicas ou a falta delas, e sim o fato de ela não ser compatível com outras teorias testadas pela experiência. Quando Copérnico e Galileu descobriram que os planetas orbitam o Sol em vez de a Terra e Newton descobriu as leis que governam seus movimentos, a astrologia tornou-se extremamente inaceitável. Por que as posições de outros planetas contra o céu ao fundo, conforme vistos da Terra, deveriam ter quaisquer correlações com as macromoléculas que se denominam vida inteligente em um planeta inferior? Pois é nisso que a astrologia nos faria acreditar. Algumas das teorias descritas neste livro não têm mais provas experimentais do que a astrologia, mas acreditamos nelas por serem compatíveis com teorias que sobreviveram ao teste.

-- Stephen Hawking, O Universo numa Casca de Noz.

terça-feira, março 20, 2007

O inferno é exotérmico ou endotérmico?

Primeiramente, postulemos que o inferno exista e que esse é o lugar para onde vão algumas almas. Agora postulamos que as almas existem, assim elas devem ter alguma massa e ocupam algum volume. Então um conjunto de almas também tem massa e também ocupa um certo volume.

Então, a que taxa as almas estão se movendo para fora e a que taxa elas estão se movendo para dentro do inferno? Podemos assumir seguramente que, uma vez que uma alma entra no inferno, ela nunca mais sai de lá. Por isso não há almas saindo. Para as almas que entram no inferno, vamos dar uma olhada nas diferentes religiões que existem no mundo e no que pregam algumas delas hoje em dia.

Algumas dessas religiões pregam que se você não pertencer a ela, você vai para o inferno... se você descumprir algum dos 10 mandamentos ou se desagradar a Deus você vai para o inferno. Como há mais de uma religião desse tipo e as pessoas não possuem duas religiões, podemos projetar que
todas as almas vão para o inferno.

A experiência mostra que pouca gente respeita os 10 mandamentos. Com as taxas de natalidade e mortalidade do jeito que estão, podemos esperar um crescimento exponencial das almas no inferno. Agora vamos olhar a taxa de mudança de volume no inferno. A Lei de Boyle diz que para a temperatura e a pressão no inferno serem as mesmas, a relação entre a massa das almas e o volume do inferno deve ser constante. Existem, então, duas opções:

1) Se o inferno se expandir numa taxa menor do que a taxa com que as almas entram, então a temperatura e a pressão no inferno vão aumentar até ele explodir, portanto EXOTÉRMICO.

2) Se o inferno estiver se expandindo numa taxa maior do que a entrada de almas, então a temperatura e a pressão irão baixar até que o inferno se congele, portanto ENDOTÉRMICO.

Se nós aceitarmos o que uma menina muito gostosa me disse uma vez: "Só irei pra cama com você no dia que o inferno congelar", e levando-se em conta que AINDA NÃO obtive sucesso na tentativa de ter relações amorosas com ela, então a opção 2 não é verdadeira. Por isso, o inferno é exotérmico.

quinta-feira, janeiro 18, 2007

terça-feira, abril 04, 2006

sexta-feira, setembro 02, 2005

Como programadores matam dragões

A SITUAÇÃO:
“No alto do castelo, há uma linda princesa - muito carente - que foi ali trancada, e é guardada por um grande e terrível dragão”

Art by Rowena

OS DESFECHOS NA ABORDAGEM DE CADA ESTILO:


Java
- Chega, encontra o dragão, desenvolve um
framework para aniquilamento de dragoes em multiplas
camadas, escreve varios artigos sobre o framework mas
nao mata o dragao

.NET - Chega, olha a ideia do Javanes e a copia, tenta
matar o dragao, mas é comido pelo reptil

C - Chega, olha para o dragao com olhar de desprezo,
puxa seu canivete, degola o dragao, encontra a
princesa, mas a ignora para ver os ultimos checkins no
cvs do kernel do linux

C++ - cria um canivete basico e vai juntando
funcionalidades até ter uma espada complexa que apenas
ele consegue entender ... mata o dragao mas trava no
meio da ponte por causa dos memory leaks

COBOL - Chega, olha o dragao, pensa que ta velho
demais para conseguir matar um bicho daquele tamanho e
pegar a princesa e, então, vai embora

Pascal - Se prepara durante 10 anos para criar um
sistema de aniquilamento de dragao ... chegando lá
descobre q o programa só aceita lagartixas como
entrada

VB - monta uma arma de destruição de dragoes a partir
de varios componentes, parte pro pau pra cima do
dragao e, na hora H, descobre que a espada só funciona
durante noites chuvosas...

PL/SQL - Coleta dados de outros matadores de dragão,
cria tabelas com N relacionamentos complexidade
ternaria, dados em 3 dimensões, OLAP, demora 15 anos
para processar a informação. Enquanto isso a princesa
virou lésbica

Ruby - chega com uma p*t* fama, falando que é o melhor
faz tudo, quando vai enfrentar o dragão mostra um
videozinho dele matando um dragao ... o dragão come
ele de tédio

Smalltalk - chega, analisa o dragao e a princesa, vira
as costas e vai embora, pois eles sao muito
inferiores.

shell - cria uma arma poderosa para matar os dragoes,
mas, na hora H, nao se lembra como usá-la

shell(2) - o cara chega no dragão com um script de 2
linhas que mata, corta, stripa, empala, pica em
pedacinhos e impalha o bicho, mas na hora q ele roda o
script aumenta, engorda, enfurece, e coloca alcool no
fogo do dragão

ASSEMBLY - acha que ta fazendo o mais certo e enxuto,
porém troca um A por D, mata a princesa e transa com o
dragão

Fortran - Chega desenvolve uma solução com 45000
linhas de codigo, mata o dragão vai ao encontro da
princesa ... mas esta o chama de tiuzinho e sai
correndo atras do programador java que era elegante e
ficou rico

FOX PRO - Desenvolve um sistema para matar o dragão,
por fora é bunitinho e funciona, mas por dentro está
tudo remendado, quando ele vai executar o aniquilador
de dragoes lembra que esqueceu de indexar os DBF

ANALISTA DE PROCESSOS - Chega ao dragão com duas
toneladas de documentação desenvolvida sobre o
processo de se matar um dragão genérico, desenvolve um
fluxograma super complexo para libertar a princesa e
se casar com ela, convence o dragão que aquilo vai ser
bom pra ele, e que não será doloroso. Ao executar o
processo ele estima o esforço e o tamanho do estrago
que isso vai causar, a assinatura do papa, do buda e
do Raul Seixas para o plano, e então compra 2 bombas
nucleares, 45 canhões, 1 porta aviões, contrata 300
homens armados até os dentes, qdo na verdade
necessitaria apenas da espada que estava na sua mão o
tempo todo.

CLIPPER: Monta uma rotina que carrega um array de codeblocks para
insultar o dragão, cantar a princesa, carregar a espada para memória, moer
o dragão, limpar a sujeira, lascar leite condensado com morangos na
princesa gostosa, transar com a princesa, tomar banho, ligar o carro,
colocar gasolina e voltar pra casa. Na hora de rodar recebe um "Bound
Error: Array Access" e o dragão come ele com farinha.


original: http://www.tipos.com.br/item/27829
chupinhado:
http://www.javafree.org/javabb/viewtopic.jbb?t=850780